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pensamentos furiosos - Edição Especial Teletrabalho nº48

Revue
 
Nunca se viu um product placement como este. A newsfeed desta semana é dedicada ao lançamento do meu
 

pensamentos furiosos

15 de Setembro · Edição Nº47 · Ver na web
newsfeed com as últimas coisas que ando a ler, intuir, pensar e fazer

Nunca se viu um product placement como este.
A newsfeed desta semana é dedicada ao lançamento do meu novo livro, em co-op com o António Pacheco.
Como sempre, no fim partilho uns links engraçados sobre outros temas.

Teletrabalho - Capa do livro
Teletrabalho - Capa do livro
Livro | Teletrabalho - Apresentação na FNAC
Sinopse do livro
“Nos dias que correm, o trabalho remoto ganhou uma nova importância. Os recentes eventos mostraram às empresas uma fragilidade que estas desconheciam ou subestimavam. Para algumas pessoas o teletrabalho tornou-se um problema. Para outras, criou-se uma oportunidade. Este livro é para ambas. O que pretendemos com este livro, é mostrar que existe uma forma de executar o teletrabalho com excelência. Uma forma saudável e proveitosa para todos os intervenientes. E super-produtiva! Cada vez mais empresas abraçam o teletrabalho como a sua forma preferida. E cada vez mais pessoas valorizam o teletrabalho pela forma transformadora como podem mudar a sua qualidade de vida e até a das suas famílias. Mas será possível transformar a nossa empresa ou o nosso emprego em teletrabalho de forma eficiente, melhorando a performance e tirando partido de todas as vantagens? Sim. É possível. Mas exige planeamento e aprendizagem de alguns princípios fundamentais. Exige também que domine as ferramentas que existem e que lhe vão facilitar muito todo o processo.
Este livro é um guia completo, que lhe vai explicar tudo o que precisa de saber. O verdadeiro teletrabalho e os seus benefícios Quais os desafios e como ultrapassá-los Quando é que o teletrabalho é adequado Estratégias a adotar para um teletrabalho de sucesso Produtividade, trabalho eficiente e gestão do tempo Ferramentas digitais a adotar Como encontrar trabalho à distância ”

Teletrabalho - Fernando Moreira, António Vilaça Pacheco - Compra Livros na Fnac.pt
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Manifesto ao trabalho
Não deveríamos, influenciados por fatores externos, alterar os 
nossos princípios ou hábitos. Nas aventuras que vamos fazendo 
juntos, “pregamos” sempre que a melhor forma de fazer as coisas 
é sempre numa atitude e disponibilidade de dentro para fora. De 
dentro para fora no sentido de, ao invés de nos influenciarmos por 
fatores externos, animarmos o que nos vai na “alma”, de dentro 
para fora. 
A verdade é que, usualmente, apenas mudamos algo influen ‑
ciados por fatores externos. Ou porque somos obrigados a fazê‑lo, 
ou porque aprendemos normalmente da pior forma… através de 
doenças e estados de choque. 
Por influência externa, o ano de 2020 começou por obri‑
gar‑nos a mudar a forma de olharmos para as coisas. E de fazer‑
mos as coisas. No nosso caso específico, através deste livro, gosta ‑
ríamos de te convidar a mostrares‑te disponível para olhares para 
a forma como nos relacionamos com o trabalho. Acreditamos que 
este momento é uma oportunidade para recuar um pouco e colo‑
car em causa as origens. Para então depois concluir sobre a melhor 
forma de implementarmos aquilo em que acreditamos: de dentro 
para fora. 
O que está a acontecer hoje é que, por medo e influenciados 
por fatores externos, começamos a entrar em atitudes de imitação, 
e copiamos atitudes de terceiros sem saber muito bem porquê. Por 
exemplo, quando Jack Dorsey, CEO do Twitter, declara (https://
www.bbc.com/news/technology‑52628119) que as pessoas da 
sua organização poderão nunca mais ter de trabalhar no escritó‑
rio, o que vemos são empresas e pessoas a tentarem copiar o mo‑
delo, sem saberem muito bem porquê. Porquê? Para quê? 
Parece que, por osmose, percebemos que afinal existem ou ‑
tras novas formas de trabalhar quando, na verdade, estes “novos” 
modelos sempre existiram. Se sempre existiram porque não falá‑
mos neles mais cedo?
Tudo indica que é porque consideramos estranho e temos 
medo de colocar em causa o facto de deixarmos de ter um empre‑
go ou trabalho das 9h às 17h. Ou mesmo porque receamos mudar 
a nossa forma de fazer aquilo a que chamamos trabalho. Porque 
isso é diferente do que conhecíamos. Porque causa desconforto. 
Causa dor. 
Para fazermos esta viagem de forma esclarecida é impor‑
tante percebermos as origens do trabalho. Vamos começar pelo 
princípio.
A palavra trabalho vem do latim tripalium, termo formado 
pela junção dos elementos tri, que significa “três”, e palum, que 
quer dizer “madeira”. Tripalium era o nome de um instrumento 
de tortura constituído de três estacas de madeira bastante afiadas 
e que era comum em tempos remotos na região europeia. Des‑
se modo, originalmente, “trabalhar” significava “ser torturado”. 
Curiosamente, hoje, para algumas pessoas, também o é. Mas será 
que tem obrigatoriamente de ser assim?
No sentido original, os escravos e os pobres que não podiam 
pagar os impostos eram os que sofriam as torturas no tripalium. 
Assim, quem “trabalhava”, naquele tempo, eram as pessoas des‑
tituídas de posses.
A ideia de trabalhar equivalente a ser torturado passou a 
abranger não só o ato de tortura em si, mas também, por extensão, 
as atividades físicas produtivas realizadas pelos trabalhadores em 
geral: camponeses, artesãos, agricultores, pedreiros, etc.
A partir do latim, o termo passou para o francês travailler, que 
significa “sentir dor” ou “sofrer”. Com o passar do tempo, o sen ‑
tido da palavra passou a significar “fazer uma atividade exaustiva” 
ou “fazer uma atividade difícil, dura”. Só no século XIV come‑
çou a ter o sentido genérico que hoje lhe atribuímos, ou seja, o de 
“aplicação das forças e faculdades (talentos, habilidades) huma‑
nas para alcançar um determinado fim”. Com a especialização das 
atividades humanas, imposta pela evolução cultural (especial‑
mente a Revolução Industrial) da humanidade, a palavra trabalho 
tem hoje uma série de diferentes significados, de tal modo que o 
verbete, no Dicionário Priberam, lhe dedica 14 definições básicas 
e diversas expressões idiomáticas. 
Giro? É verdade. Agora, e se tomarmos como premissa que existe uma melhor 
forma de trabalhar? Ao invés de olharmos para ela como uma “es‑
cravidão”, poderemos olhar de outra forma mais positiva?
Este livro convida‑te a olhar para este assunto de uma forma 
pragmática, transparente e verdadeira. Não prometemos nada. 
Apenas queremos animar uma atitude de “não vale a pena co‑
piar”. Vale a pena compreender as raízes dos desafios e descobrir 
a melhor forma de os vencer. No final, gostaríamos de concluir em 
conjunto que: sim! existe uma melhor forma de trabalhar. 
Vamos lá!
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